Mini Ninjas

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Mini Ninjas

Mensagem por Arkantos em Sab Mar 03, 2012 12:14 am

Mini Ninjas





Plataformas: Microsoft Windows, Mac OS X, Nintendo DS, PlayStation 3, Nintendo Wii e Xbox 360.
Produtora: IO Interactive, Robosoft Technologies (Mac OS)
Editora: Eidos Interactive, Feral Interactive (Mac OS)
Ano: 2009, 2010 (Mac OS)
Género: Acção e Aventura


Há muito tempo, 300 anos antes do início da história, o malvado Samurai Warlord fora derrotado e banido. Os castelos que havia construído foram abandonados e a paz reinou na Terra. Devido à paz, a necessidade das artes bélicas foi-se perdendo, assim como a magia Kuji, que foi mantida em segredo em alguns santuários. Pouco antes da acção começar, o velho Ninja Master verifica que vários presságios vão acontecendo, terramotos e inundações, e estranhas figuras capturam animais sem os matar sem razão aparente. A verdade é que através da magia Kuji, o Samurai Warlord havia regressado e estava a transformar animais inocentes em servos samurais sem servos sem vontade própria. Sem força devido à sua idade avançada, o Ninja Master envia os seus pupilos, um a um, para derrotar o Samurai Warlord. Perdendo o contacto com eles, envia os seus dois últimos, Futo e Hiro e é aqui que a acção começa.
Cada ninja possui as suas características próprias, força bruta, magia, hipnose, longo alcance, agilidade e armas longas. Para além disto, todos os ninjas podem usar armas secundárias, como shurikens ou bolas de pimenta e bombas de fumo. No entanto, apenas Hiro pode usar magia Kuji. O gameplay é bastante simples, apelando tanto a crianças como jogadores sérios. Pode-se trocar de personagem instantaneamente, inclusive durante as batalhas, o que se torna bastante útil pois certos ninjas dão-se melhor em alguns ambientes. Há ainda muitos objectos para apanhar ao longo das aventuras, incluindo ervas medicinais as quais podem ser utilizadas para fazer poções ou armas secundárias. Novas magias podem ser aprendidas ao visitar os santuários, já referidos. Ao contrário do geral dos videojogos deste tipo, os Bosses não possuem barras de vida, tendo de ser derrotados através de uma sequência de botões pré-definida, mas que se encaixa bastante bem no jogo.
O jogo nunca se torna violento, o qual é invulgar dentro deste género. Nunca se mata inimigos, ao invés, quebram-se feitiços que libertam os animais inocentes que foram usados pelo Samurai Warlord para os seus propósitos.
O grafismo é bastante simples e cartonesco. Não tenta ser de encher o olho, embora as paisagens, se bem que cartonescas, conseguem muitas vezes tirar-nos o fôlego, pois são muito belas e calmas. A banda sonora é das melhores que já ouvi, nunca desviando do tema japonês, consegue ser bastante acelerada nos combates, e calma durante a exploração dos níveis, sem se tornar enfadonha. A única grande crítica que faço a este jogo é a total ausência de um modo cooperativo, algo que neste jogo não se consegue perceber, para mais nos dias de hoje. Isto poderia dar mais longevidade ao jogo, e será algo que frustará o jogador assim que se aperceber de tal.


Opinião: é um bom jogo, sem se tornar num grande best-seller. Ainda assim, diverte por ser bastante simples e apelativo, para além de ter uma longevidade acima da média. Todas as personagens têm os seus ataques especiais e o seu estilo, o que me levou a tentar mais que uma estratégia para o terminar, e com sucesso! Incentivo qualquer um a jogar, pois sei que o/a irá divertir sem que seja necessário um grande conhecimento de videojogos.
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