Tomb Raider III

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Tomb Raider III

Mensagem por Arkantos em Sex Mar 16, 2012 12:39 am

Tomb Raider III: Adventures of Lara Croft





Plataformas: Playstation 1, PC, Mac OS, PSP e PS3 via PSN
Produtora: Core Design
Editora: Eidos Interactive
Ano: 1998


Há milhões de anos, uma meteorito colidiu com a Terra naquilo que hoje é a Antárctida. as primeiras pessoas a descobrirem-no foram uma tribo de polinésios. Apesar das condições duras, à volta do meteorito havia clima quente e abundância, pelo que estes colonizadores decidiram ficar, embora séculos mais tarde, eventos catastróficos levaram-nos a abandonar a colónia. Séculos mais tarde, a tripulação do S.S. Beagle que na altura transportava Charles Darwin atraca na colónia, agora sob o gelo e em ruínas, e decide explorá-la. Aqui, a maioria dos voluntários acaba por escapar apesar de quase perderem as suas vidas. Consigo trazem cinco artefactos que foram forjados a partir do núcleo do meteorito. Após a viagem, decidem que cada um deveria levar um artefacto consigo. Charles Darwin diz que no seu diário, os portadores acabaram por morrer em estranhos eventos, um pouco por todo o Mundo. Estes ficaram nos Estados Unidos, Londres, Índia e uma ilha no Pacífico Sul.
Lara Croft segue em direcção à Índia para procurar o artefacto de Índaga, que os locais diziam ser amaldiçoado apesar de possuir grande poder. Sem saber de onde provém, Lara acaba por o recolher e encontra-se com Dr Mark Willard, o qual a põe ocorrente dos demais artefactos, a sua ligação, e onde se presume que estejam.
Tomb Raider III foi a primeira revolução na série e na qual incluiu elementos nunca antes vistos na série. Começou por incluir armas, veículos e fatos novos, já esperados, mas as duas grandes revoluções foram a jogabilidade e cronologia dos níveis. Para começar, após acabar os 3 primeiros níveis é-nos dado a escolher 3 localizações que podem ser feitas independentemente umas das outras. após acabar todos os níveis, o jogo leva-nos até aos níveis finais. Na jogabilidade agora é possível caminhar de gatas, ficar suspensa pelos braços e balançar um pouco "a la" exército, e ainda fazer um pequeno sprint para ganhar velocidade, fundamental para algumas armadilhas e puzzles. O grafismo melhorou muito em comparação com os anteriores, incluindo agora chuva, fumo, fogo mais realista, movimento da água e luz mais colorida. A Croft Manor volta a figurar no jogo embora pouco tenha mudado.
Há um nível bónus que não faz parte da história, chamado de All Hallows o qual pode ser acedido recolhendo todos os 60 segredos do jogo. O modo de sage game na versão PS1 é feita através da recolha de cristais espalhados pelos níveis. Cada cristal corresponde a um save, e embora se possa salvar em qualquer lado, há que saber bem gerir isto caso contrário podemos ficar sem cristais. Na versão PC pode-se salvar quantas vezes for preciso sem a necessidade de cristais. Estes funcionam como um power-up que nos dá um pouco de vida.
Existe uma expansão chamada The Lost Artifact no qual Lara descobre que um dos artefactos do meteorito ainda não foi encontrado, pelo que vai até à Escócia para o procurar. a mecânica de jogo é totalmente igual.


Pessoalmente, este jogo divertiu-me e foi giro ver Lara a passear nas ruas de Londres, e em ruínas debaixo do gelo antárctico. É no entanto, muito mais difícil que os dois títulos anteriores, sem no entanto ser frustrante, embora por vezes seja necessário muita paciência e exploração. Não aconselho a principiantes neste género pois pode ser frustrante para quem não está habituado, mas no geral, é um jogo bastante bem, que aconselho, e que acho que todos deveriam pelo menos tentar.
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